Correr: uma experiência singular

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O que significa correr?

Motivado por essa questão, imaginei que poderia escrever um livro sobre corrida de rua, já que esse é um esporte praticado por um grande número de pessoas e parece ser uma nova ordem mundial. Se essa exaustiva e prazerosa atividade física é muito importante para os seus praticantes, buscar o seu porquê parecia algo relevante. Algo que poderia ser respondido por meio de histórias contadas em um livro.

Assim, antes que eu fosse traído pela memória, em um relato autobiográfico e misturado com diversas histórias que envolveram outros atletas, utilizei a ultramaratona 100 km do FRIO, no agreste de Pernambuco, como pano de fundo para tentar responder o que significa correr.

A partir das recordações da minha infância, adolescência e maioridade, o leitor encontrará as suas próprias lembranças por meio de elementos comuns que vão surgindo ao longo do livro. Memórias sobre tênis de corrida, maratonas, amigos de treinos e lesões são alguns temas que serviram para costurar o enredo.

O livro sobre o gosto por correr, com 118 páginas, conta histórias baseadas em fatos reais, mas com pequenos ajustes para que a narrativa ficasse divertida, emocionante e, quem sabe, inspiradora.

O livro CORRER está à venda na banca de revista BOA FORMA, na entrada principal do Parque da Jaqueira. Essa publicação é uma divertida narrativa autobiográfica sobre o gosto por corridas de rua, mas vocês também podem encontrar capítulos sobre  A LADEIRA NA FRONTEIRA DO IMPOSSÍVEL, que conta as dificuldades do autor para superar a ladeira de Jupi durante a ultramaratona 100 km do FRIO, e O SUPER-HUMANO LULA HOLANDA, que faz uma homenagem ao presidente da ACORJA. Valeu!

O livro CORRER já está à venda na banca de revista BOA FORMA, na entrada principal do Parque da Jaqueira.

SOBRE O AUTOR

Gilmar Farias é biólogo e professor na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Nasceu em Surubim (PE) e começou a correr em 1984, aos 14 anos. Durante a sua adolescência, além de gostar de literatura e artes plásticas, corria todos os dias pelas ruas da cidade, em estradas rurais ou nas rodovias asfaltadas, numa época em que essa atividade não era tão popular como nos dias atuais.

O gosto por correr sempre foi maior do que o interesse em participar de corridas pedestres. Mesmo assim, completou várias provas no Brasil, como a Maratona do Rio (RJ), a Maratona de Porto Alegre (RS) e a K42 Bombinhas (SC), com destaque para a ultramaratona 100 km do FRIO, no agreste pernambucano, na qual correu três vezes na categoria solo.

1 COMENTÁRIO

  1. Li o livro e achei muito legal, parabéns!!!!!

    Recomendo a leitura a todos que gostam de corridas.

    Leitura fácil, inteligente e divertida.

    Abraço

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